Da serra, desde 2017
Tem gente que sobe a Serra da Cantareira pela vista. Tem gente que sobe pela estrada, pela moto, pela missa na Basílica. E tem quem suba só pela costela.
O Restaurante Cantareira nasceu em agosto de 2017, das mãos de dois amigos que se conheceram na música e resolveram empreender juntos. Não tinham estrutura, tinham o espaço e a vontade. O que veio depois foi construído fogo a fogo: um restaurante que atravessou a pandemia de pé, num tempo em que quase ninguém no ramo ficou, e virou parada obrigatória de quem cruza a serra.
Dois amigos, um ideal
Guilherme e Leandro Araújo seguem à frente da casa até hoje. Começaram sem estrutura e foram levantando o Cantareira no dia a dia, atendendo, testando, ajustando. O restaurante que hoje recebe gente de várias cidades nasceu dessa dupla que decidiu apostar na serra.
Fogo de chão, e muito mais
A costela é o carro chefe. Assada lentamente sobre o fogo de chão, no tempo que a carne pede, até desmanchar. Mas quem senta aqui sabe que a mesa vai muito além dela: cupim, arroz de costela, buffet de comida brasileira feita na lenha, saladas e sobremesa. Tudo à vontade.
A Linguiça Mágica
A manta de linguiça recheada nasceu aqui, na cozinha do Cantareira. Foi essa casa que criou a Linguiça Mágica, e ela virou tão marcante que muita gente tentou copiar. Restaurante serra afora colocou versão parecida no cardápio. Mas ninguém chegou no ponto, no recheio, no jeito que ela sai daqui. Cópia todo mundo tenta. O original é um só.
Na cozinha, a chef Camila comanda a brasa e o fogão no capricho que fez a fama do lugar.
Um dia inteiro na serra
Aqui não se come com pressa. Se come devagar, olhando a mata, com as crianças correndo na área kids e a mesa cheia. A trinta minutos de São Paulo e a um mundo de distância dela.
São mais de 250 mil pessoas acompanhando a casa e milhares subindo a serra todo mês pra sentar à mesa. Motociclistas, famílias, trilheiros, quem vem da Basílica e quem só queria um domingo bom.


Tem almoço. E tem o almoço do Cantareira.
